Quem sou eu

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"Sou pessoa de dentro pra fora. Minha beleza está na minha essência e no meu caráter. Acredito em sonhos, não em utopia. Mas quando sonho, sonho alto. Estou aqui é pra viver, cair, aprender, levantar e seguir em frente. Sou isso hoje... Amanhã, já me reinventei. Reinvento-me sempre que a vida pede um pouco mais de mim. Sou complexa, sou mistura, sou mulher com cara de menina... E vice-versa. Me perco, me procuro e me acho. E quando necessário, enlouqueço e deixo rolar... Não me dôo pela metade, não sou tua meio amiga nem teu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada. Não suporto meio termos. Sou boba, mas não sou burra. Ingênua, mas não santa. Sou pessoa de riso fácil...e choro também!"

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Certeza da dúvida

Pode me chamar de desconfiada, acho até que sou mesmo, mas antes preparada para o pior do que preparada para um belo tombo das nuvens para onde viajei enquanto acreditava em alguma coisa.
Ou a dúvida da certeza? Aliás, você tem alguma certeza na vida? Alguma certeza absoluta. Porque eu não sei mais. Não que não tenha nada em que eu acredite, tem sim, mas até quando? Até que ponto. Também não sei. E saber sempre da verdade, é mesmo o ideal? É bom? Confesso que sempre preferi a mais dura verdade do que a mais linda das mentiras, afinal viver de ilusão nunca fez bem a ninguém (ou fez?), mas convenhamos que é prefirível terminar um namoro porque a pessoa não gosta mais de você do que presenciar um beijo dele (a) com uma outra pessoa que não você. Em ambos os casos ele (a) poderia beijar alguém, desde que você não visse. De repente é porque os olhos não viram, fazendo então com que o coração não sentisse, não importa. Simplesmente tem gente que prefere não presenciar certas verdades.

Não querer saber da verdade não necessariamente significa viver numa mentira. Até porque nada (ou quase nada) é completamente verdadeiro. Todo mundo já contou uma ou outra mentirinha, e como saber se a mentira é grande ou pequena? Depende de quem vê, de quem mente, e de quem ouve a tal mentira. O que pra você pode ser grave, para mim pode ser quase nada, e vice-versa. A gente não tem como saber. Por mais que pergunte, um dia nunca é igual ao outro. Assim como uma mentira e uma situação. As pessoas podem variar de reação, de opinião dependendo de todos esses fatores. Rotular ou padronizar esse tipo de coisa não funciona, e nem sei também dizer se isso é bom ou ruim.

Vivo na dúvida se estão mesmo me falando a verdade. Pode me chamar de desconfiada, acho até que sou mesmo, mas antes preparada para o pior do que preparada para um belo tombo das nuvens para onde viajei enquanto acreditava em alguma coisa. Não sei se isso é mais um defeito do que uma virtude, mas certas horas prefiro mesmo continuar não sabendo, porque novamente, tudo depende, e muitas coisas, como esta, não se explicam. Por ser muito sincera, sinto aquele receio, que já me é familiar, de magoar alguém com essa minha mania de não conseguir medir sinceridade. Ultimamente tenho aprendido bastante essa façanha, mas sinto que quanto maior o meu medo de magoar, menos eu consigo não machucar. Vai entender...

Se você vier a namorar comigo um dia e quiser mesmo beijar outra pessoa, não creio que isso seja um bicho-de-sete-cabeças, afinal provavelmente terei essa vontade também. E quando a vontade quiser muito virar fato, e você também quiser isso, por favor, comunique. Sei que muitas pessoas preferem mesmo a duvida à certeza, e isso eu nunca entendi, apesar de sempre ter tentado, mas eu não. Doa a quem doer, a verdade vai doer é em mim. Que doa. Que machuque. Meu coração já é velho de guerra, agüenta mais uma. E melhor uma dessas, de uma só vez, do que uma verdade-flagrante, que bem pior do que a confiança, ela destrói também o respeito. E perdendo isso – que venha o tal conselho -, era uma vez respeito, porque assim ninguém vive feliz para sempre.


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